“Eu não vejo que existem medidas retaliatórias”

Cidade do México – O México não vê medidas de retaliação pela China ou de países com os quais não têm tratados comerciais, antes do eventual Imposição de tarifas anunciado pelo presidente Claudia Sheinbaum Como parte da estratégia de aumentar as taxas para as importações asiáticas para proteger a indústria nacional.
Marcelo Ebrard, Secretário de EconomiaEle negou que haja um risco de que, com as tarifas que o México implementa, os consumidores sejam afetados por medidas retaliatórias de outras nações.
“Não vejo que existem medidas retaliatórias nessa natureza. Por outro lado, compramos mais (para países sem tratado comercial), então, se eles colocarem medidas de retaliação, porque são baleadas no pé”
Marcelo Ebrard, Secretário de Economia
A resposta de Ebrard veio após assinar o contrato “Feito no México com a Amazon” Com o qual procura suportar micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) para vender seus produtos mexicanos a mais consumidores.
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Questionado sobre se os consumidores poderiam ser afetados pela retaliação dos países para os quais as tarifas são implementadas, o secretário respondeu que não porque o México teve uma política comercial “muito aberta” e argumentou que Os países que não são tratados têm tarifas mais altas para o México.
A Câmara de Deputados discutirá nos próximos dias a iniciativa Sheinbaum com a qual procuramos aumentar tarifas em até 50% para determinados produtos, como aço, têxtil e automotivo.
Ebrard disse que está em comunicação com vários países, China Entre eles, nos dias seguintes, ele realizará uma reunião com o embaixador do país asiático no México. Também se encontrará com os embaixadores de Coréia do Sul e Índia.
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Ele reiterou que o principal raciocínio de aumentar as tarifas é o crescimento do déficit do México em comparação com a Ásia que, de 2020 a 2024, cresceu 83%, além disso, o país está recebendo preços com preços abaixo do preço de referência.
T-MEC Review
Ebrard disse que, com consultas aos setores econômicos do país, a revisão do Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) Coordenado entre os três países, que constitui a primeira etapa da revisão do acordo comercial.
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A segunda etapa do processo de revisão é uma avaliação que deve estar pronta a partir de janeiro de 2026. O terceiro passo é que, em 1º de julho de 2026, os três países expressam sua disposição de que o tratado continuará.
O último passo, acrescentou, é prosseguir para o tratado. “Não vamos reconstruir o tratado, analisaremos algumas coisas”, disse ele.


