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Bill quer incluir a tecnologia de criptomoeda na assinatura do ICP-Brazil

Bill quer incluir a tecnologia de criptomoeda na assinatura do ICP-Brazil

O vice-capitão Alberto Neto (PL-AM) apresentou uma fatura para padronizar o uso de Blockchain Nas assinaturas eletrônicas, instituídas pelo MP 2.200-2/2001. Assim, a tecnologia de criptomoeda pode atingir o ICP-Brazil se a proposta for aprovada.

De acordo com o cálculo de LiveCoins Sobre o novo projeto de lei que está sendo processado na Câmara dos Deputados, apresentado nesta semana, o deputado entende que há uma lacuna legal para a implementação legal da blockchain.

Assim, a regulação de sua implementação através do novo projeto de lei pode garantir sua adoção com mais segurança.

“A tecnologia blockchain garante transações de criptomoeda”, diz o deputado, defendendo a conexão com o ICP-Brazil

Mostrando uma ótima compreensão da tecnologia de blockchain, o vice-capitão Alberto Neto apresentou uma proposta para modificar o MP que implementou o ICP-Brazil. Este último é uma iniciativa que começou ainda no mandato do ex -presidente Fernando Henrique Cardoso.

A seguir, ele acrescenta ao artigo 10 um parágrafo que regula o uso de blockchain.

“O parágrafo 3 entre os outros meios de prova aceito no § 2, a tecnologia blockchain é incluída, que permite o registro digital de transações para rastreamento de ativos, em um livro compartilhado e imutável, onde cada transação é registrada como um bloco de dados que se conecta a blocos anteriores e posteriores.” (Nr) ”.

O deputado justifica que a tecnologia blockchain já é responsável por garantir a segurança das transações de criptomoeda. Além disso, garante que a compra de imóveis e até obras de arte, física ou digital, ocorra com segurança.

““O método Blockchain consiste em manter um registro digital descentralizado de transações compartilhadas em uma rede imutável ou inalterada, a tecnologia de registro distribuída assim -chamada. Um banco de dados com este método armazena dados em blocos interconectados em uma cadeia. Os dados são cronologicamente consistentes porque não é possível excluir ou modificar a cadeia sem o consenso da rede. Como resultado, a tecnologia pode ser usada para criar uma assinatura inalterada ou imutável para monitorar pedidos, pagamentos, contas e outras transações. Além disso, o sistema possui mecanismos integrados que impedem as transações não autorizadas e criam consistência na visão compartilhada dessas transações“Justificou o parlamentar brasileiro ao apresentar sua proposta.

“A incerteza legal dificulta a popularização da blockchain”

Atualmente, o uso da tecnologia blockchain no Brasil sofre com a falta de certeza legal. Apesar da medida provisória nº 2.200-2/2001 e da Lei nº 14.063/2020 reconhecem assinaturas eletrônicas que não o ICP-Brazil, não há menção clara à tecnologia blockchain.

Essa omissão gera incertezas e salários a popularização da tecnologia, defende o vice -capitão Alberto Neto. Para corrigir isso, o novo projeto de lei propõe incluir expressamente o blockchain como um meio válido para assinaturas digitais.

A proposta reconhece que as transações assinadas pelo blockchain devem ser tratadas como assinaturas eletrônicas avançadas, com validade legal total e sem margem para dúvida.

““Temos certeza de que, com essa medida legislativa, haverá maior certeza legal para que mais e mais transações possam ser feitas digitalmente, com segurança, transparência e auditabilidade“, Conclui o deputado.

Vale lembrar que, ainda na fase inicial, o projeto de lei precisa de aprovação no plenário da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e depois atingir a sanção presidencial.

No passado, em 2021, o deputado acusou a explicação de Bitcoin que atormentava o país. Agora ele mostra que está ciente do tema.

Leia o PL completo no site da Câmara de Representante.

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