Polícia Civil compreenda R $ 260 mil em criptomoedas durante uma operação no sul do Brasil
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul lançou a Operação Timeo nos últimos dias, apreendendo criptomoeda e bloqueando dinheiro dos suspeitos. Os investigados estavam na mira dos PCRs depois de cometer crimes de estelionato contra os proprietários de garagem de carros.
Além disso, os suspeitos operavam um esquema de lavagem de dinheiro do fruto dos crimes estelionados contra empreendedores.
Durante a ação desencadeada na manhã de 16 de abril, uma pessoa tinha uma arma de fogo sem autorização adequada.
A Polícia Civil lançou uma operação que apreendeu as criptomoedas em várias cidades, incluindo a capital do Rio Grande do Sul
O PCRs enviados Cerca de 60 agentes para cumprir 11 ordens judiciais de busca e apreensão contra suspeitos de crimes. Cinco ocorreram em Novo Hamburgo, um em São Leopoldo, dois no portão, um em Cachareirinha, um em Porto Alegre e outro em Imbé.
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O Escritório de Ações Criminais Organizadas de St. Leopold (DRACO) foi responsável por desencadear a operação.
Em um comunicado, a Polícia Civil declarou que, durante a Operação Timeo, também havia um decreto de blocos bancários contra 11 investigados. O valor total dos bloqueios foi de R $ 13,3 milhões.
Já em criptomoedas, houve um seqüestro de R $ 260 mil, valores convertidos em real. As autoridades não revelaram como sequestraram os valores em criptomoedas, nem onde estavam, muito menos a moeda digital usada por criminosos.
Os suspeitos já foram presos e mantidos operações da prisão
Cidades como Estância velha, Novo Hamburgo, Ivoti, Sapiranga e Gate estão entre os lugares onde os empresários eram vítimas das ameaças. Todas as vítimas têm empresas de compra e venda de veículos, as “garagens” populares e tiveram que pagar a criminosos para não sofrer ataques a suas empresas.
Assim, a nova fase da investigação mira Dez indivíduos e uma empresa. Todos têm títulos com detidos que já haviam sido presos preventivamente durante a Operação Timeo, na fase anterior.
Segundo a polícia, os investigados já foram coletados no sistema penitenciário e são apontados como responsáveis por movimentos financeiros contínuos, mesmo após prisões.
Os resultados ainda estão em andamento e podem revelar um esquema mais amplo de articulação criminal envolvendo extorsão e ocultação de valores.
A nova operação mostra que o crime organizado continua operando nos pontos turísticos das autoridades e, mesmo quando estão envolvidos em criptomoedas, o maior valor continua no sistema bancário tradicional usando contas de laranjas.


