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A bolsa mexicana teve, hoje, 4 de abril, sua maior queda diária desde junho de 2024

A bolsa mexicana teve, hoje, 4 de abril, sua maior queda diária desde junho de 2024

Linha Bloomberg – O conflito comercial renovado liderado por Donald Trump reativou a volatilidade nos mercados financeirosno meio de uma crescente incerteza sobre seu impacto na economia global. A tensão escalou ainda mais nesta sexta -feira após o anúncio de medidas de retaliação pela China contra os Estados Unidos.

Veja mais: Fadiga ou correção tarifária: o mercado debate o efeito das taxas de Trump

A deterioração do apetite pelo risco afetou os mercados latino -americanos. A decisão da China de impor uma tarifa de 34% a todas as importações dos EUA em 10 de abril alimentou os medos entre os investidores.

A resposta de Pequim ocorre após a última rodada de tarifas aumentadas impostas por Washingtonque elevou as taxas sobre produtos chineses em até 54%, agravando o cenário de tensão comercial entre os dois poderes.

A China contrariou mais tarifas nos Estados Unidos intensificando a guerra comercial.

No meio deste contexto, o IPC S&P/BMV (Mexbol), o principal indicador da Bolsa de Valores mexicanos, caiu -4,87% para 51.452,73 pontos, A maior queda diária desde junho de 2024.

Os setores que perderam a maioria eram os materiais (-7,80%), finanças (-6,48%) e saúde (-6,47%). Nenhum dos segmentos mostrou lucros.

Quais são as ações mais carregadas?

No final do dia, a única ação que enviou foi a de Kimberly Clark, do México (Kimbera), com um aumento de 0,54%.

As ações que caíram foram lideradas pelos títulos de Peñoles Industriescom uma perda de -14,85%, seguida pelas ações do GCC (GCC*), com -10,67%, e as de Banco de Bajío (BBAJioo), com uma variação de -8,29%.

De acordo com a análise de Grupo Fina Financero Monex, O indicador de confiança do consumidor (ICC) foi de 4 pontos durante marçocom números instáveis, que representaram uma diminuição mensal de 0,3 pontos.

A Bolsa de Valores de Nova York quando as ações caem

Este resultado marca o nível mais baixo desde outubro de 2023 e acumula cinco meses consecutivos de contratemposrefletindo uma deterioração no humor dos consumidores mexicanos. A Monex ressalta que 8 dos 10 indicadores complementares também registraram quedas.

A instituição alerta que essa fraqueza persistente na confiança reflete um ambiente de crescente incerteza e prudência pelos consumidoresque poderia continuar a pressionar o indicador, em um contexto de menos dinamismo no emprego, leve inflação e tensões políticas-comerciais entre o México e os Estados Unidos.

Esta nota foi atualizada após o fechamento do mercado.

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